Às vezes confunde,
dá nó.
Às vezes é culpa da certeza,
às vezes não tem culpado.
Tem dia que o sol é luz,
tem dia que o sol é fogo.
Tem coisa que parece estar ao avesso,
errado.
A tinta, tem papel, que escorre.
O papel, tem caneta, que é tinta.
Mistura, certeza, inconstante:
é vida, é vida.
domingo, 28 de março de 2010
28/03/10
Estou no meio, limbo terrestre,
mas não sei as consequências:
de uma queda;
de uma aparente subida.
No limbo, meia-vida,
nada é certo.
Não se sabe o que é,
não se sabe o que não é.
Aqui chove, a chuva,
branda,
me esquece,
desculpa, aquece.
Fique ai,
não cometa aproximação,
segura no teu peito,
deixa teu peito segurar tua mão.
O vento não mais me derruba,
desde que decidi cair por ele,
o vento não mais me balança,
porque meu vento é o meu eu.
mas não sei as consequências:
de uma queda;
de uma aparente subida.
No limbo, meia-vida,
nada é certo.
Não se sabe o que é,
não se sabe o que não é.
Aqui chove, a chuva,
branda,
me esquece,
desculpa, aquece.
Fique ai,
não cometa aproximação,
segura no teu peito,
deixa teu peito segurar tua mão.
O vento não mais me derruba,
desde que decidi cair por ele,
o vento não mais me balança,
porque meu vento é o meu eu.
quinta-feira, 11 de março de 2010
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