domingo, 30 de março de 2008

ainda há diversas descobertas a serem feitas, há verdades esperando para virar mentira. tsc, tsc, tsc.
é muito tosco viver cantando um mundo que não acontece, que nunca vai acontecer... ficar falando do tempo, de verdades, de pessoas, coisas eternamente iguais. Sempre haverão pessoas para escrever sobre tais "objectos". Meus pensamentos vão além, do que eu posso escrever, do que eu posso falar, do que existe. Tão banal... a intensidade do "tão" não é tão completa quanto deveras. Nem tenho grandes sonhos, ou apenas não os considero grandes... acho que sonhos são limitados, por mais que os programas de domingo digam que não.
Admito ser demagogo as vezes, é preservar pequenas vontades, sonhos.

sábado, 15 de março de 2008

Pode-se tentar, Pode-se tudo. Mas a quebra do vínculo existente entre uma vida e seu passado, é nada. Não clama para esquecer as coisas que tu não te esforça para bem lembrar.


[13/03/2008]

das coisas vazias

das coisas vazias e seus complementos. Seus preenchimentos também vazios. Não mais apologias ou gritos bravos, de guerras, clamantes por calor vazio. Só quando o vazio transbordar, só quando o vazio se fizer presente. Só quando esquecer o significado de hipocrisia, esquecer sem hipócrita. sem HIPÓCRITA! ...não sem hipocrisia.


[12/03/2008]

limpeza

EU gosto de palavras soltas. EU gosto do jeito que elas dançam, se arrumam, e tomam conta de cada mente de um jeito diferente, único. Quiçá. É o que EU gosto, é o que EU faço.
Palavras metódicas, duras, imiscíveis, estáticas, formuladas, límpidas, inodoras e sujas! Sujas por falta de sujeira, por falta de tudo e por excesso de limpeza.



[10/03/2008]

domingo, 9 de março de 2008

sorriso

é tanta coisa, é tanta falta, é tanta coisa, são bocas silenciosas prontas pra gritar, prontas pra tanta coisa que ensurdece. Aquelas mãos, tão mortas, tão frágeis, tão fingidas -fingindo amar o caderno que segura- são as mesmas mãos que apontarão com firmeza, com a firmeza que nunca tiveram, tudo-exatamente tudo- por nada. Nada por nada, há dentes, há falta de dentes, para simbolizar o que todos representam na vida particular, há dentes.

sábado, 8 de março de 2008

na aquarela das palavras sou escravo voluntário.

com um rangido qualquer-único da rede, delírios.

o que pode fazer com uma Beleza que se equilibra numa linha tão tênue, além de versos?

Há uma Borboleta na janela!
Ela não esta lá por vontade...
Borboletas tem em média 24 horas de vida,
e Deus! Ela já está desenvolvida.

Ventos! infames brutamontes, não a impeçam de conhecer o mundo
Brisa-Tufão! Ela quer estar no resto de verde-musgo
Ajuda! além de poema, o que fazer?