um cheiro, um desconcerto-concertante.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
sempre pensei sobre a linha, a tal linha ténue, que separa a sociedade de seus integrantes. se espera sempre que todos estejam seguindo um padrão, o que seria chamado de "moda" se estivesse falando como um matemático. preferindo deixar tal matéria de lado nesse momento, volto a falar de sociologia e psicologia; a sociedade é composta por integrantes com as mais diferentes ideologias, alguns fogem totalmente da ideia central da tal sociedade, e a partir de então é isolado, para definhar com seus próprios ideais. Então, pensei, "se estes não aceitam a sociedade, basta sair dela, deixar de ser um integrante, e pronto." e logo parecia que os erros eram dos "diferentes", por pensarem diferentes e não agirem, logo era errado pensar fora do padrão e ficava evidente que os diferentes eram dessa forma para se aparecer, pois se fossem mesmo diferentes se mudariam para longe do que não suportavam, a sociedade.
Hoje, após ter essa ideia formada, carimbada e repensada, de repente, como de pirraça, como algo que queria me tirar do sério, descobri outra coisa. um choque, uma queda e um pulo; descobri dentro de mim que a sociedade esta em todos os cantos, não tem como fugir dela, e o pior... todas elas (as sociedades) apesar de diferentes se parecem bastante.
então restam embaraços: como se faz psicoteste se os que não passarem não tem para onde ir?
Hoje, após ter essa ideia formada, carimbada e repensada, de repente, como de pirraça, como algo que queria me tirar do sério, descobri outra coisa. um choque, uma queda e um pulo; descobri dentro de mim que a sociedade esta em todos os cantos, não tem como fugir dela, e o pior... todas elas (as sociedades) apesar de diferentes se parecem bastante.
então restam embaraços: como se faz psicoteste se os que não passarem não tem para onde ir?
segunda-feira, 23 de junho de 2008
...e o senhor desatinou a falar, como se fosse sua ultima chance de dizer tudo que sempre quis dizer, sentia ser a ultima chance, ou era apenas mais um ataque de um velho psicotico? isso ninguém nunca soube.
_Quero amigos novos! Os velhos tem me dado trabalho, veja só que desatino! eles marcam horários que nunca chegam, e se chegam reclamam da programação da TV, do dominó arranhado e do baralho cheirando mofo.
_Meu senhor, isso faz parte. Mas eu também quero amigos novos...
_Assunte só o que me ocorreu na noite derradeira: um rapazinho, meio que em mudança de fase ainda, sugeriu ir para uma churrascaria no horário do jantar de hoje, mas oxente! temos um amigo vegetariano. Ó meu senhor, não dá para conviver assim... vou abandonar costumes? não pode, mas devo.
_Você é também!?
_Eu não moço, eu até gosto dos bichinho tudo, tudinho mesmo, mas a água inunda a boca quando vejo todo aquele tipo de bichinho numa travessa na mesa com aquele aviso em vermelho que ninguém vê e todo mundo sente: "alimente-se".
E então o velho fica só, não tinha percebido a deixa de uma possível amizade sólida. Suas olheiras já rastejavam no chão e seus ossos pesavam toneladas quando na última queda ele desaba bruscamente como uma pluma numa brisa, desaba bruscamente como uma pluma numa brisa.
_Quero amigos novos! Os velhos tem me dado trabalho, veja só que desatino! eles marcam horários que nunca chegam, e se chegam reclamam da programação da TV, do dominó arranhado e do baralho cheirando mofo.
_Meu senhor, isso faz parte. Mas eu também quero amigos novos...
_Assunte só o que me ocorreu na noite derradeira: um rapazinho, meio que em mudança de fase ainda, sugeriu ir para uma churrascaria no horário do jantar de hoje, mas oxente! temos um amigo vegetariano. Ó meu senhor, não dá para conviver assim... vou abandonar costumes? não pode, mas devo.
_Você é também!?
_Eu não moço, eu até gosto dos bichinho tudo, tudinho mesmo, mas a água inunda a boca quando vejo todo aquele tipo de bichinho numa travessa na mesa com aquele aviso em vermelho que ninguém vê e todo mundo sente: "alimente-se".
E então o velho fica só, não tinha percebido a deixa de uma possível amizade sólida. Suas olheiras já rastejavam no chão e seus ossos pesavam toneladas quando na última queda ele desaba bruscamente como uma pluma numa brisa, desaba bruscamente como uma pluma numa brisa.
domingo, 22 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
objetivos (subjetivos): excluir orkuts (plurais forçados sem apoio gramatical) por mais que pareça contraditório (excluir o que refaço, é cíclico?). Excluir fotos do flickr que não foram eternizadas por um ato meu, por mais que implique em excluir belas fotografias, lembrando que estão todas salvas no computador (estou chegando a conclusão de que quando penso em algo, e escrevo, acabo bombardeando minhas idéias mais convincentes para que não volte atrás). E por fim excluir myspace (de fato engoli o artigo) adicionando previamente a Ka no msn (estava cansado e siglas me auxiliam às vezes). Porque é hora da vida voltar a ser real, amar (faço drama comigo mesmo), beijar (me iludo, como se achasse que isso fosse fundamental, mesmo sabendo que isso não me deixa melhor nem pior) e sentir pessoas reais, ouvir vozes e sugar o calor alheio de olhos abertos (achei muito bonito no momento em que escrevi, agora me passa com um certo ar de indiferença). E excluir no flickr toda e qualquer fotografia que não quero que alguém veja (esse alguém é qualquer pessoa mesmo, disso me lembro, era essa a idéia central de quando escrevi à lapiseira o rascunho dessa anotação. Sim é o rascunho de uma anotação que não será passada à limpo), pois este é um site de compartilhamento (mesmo que se possa utilizar de ferramentas para que não sejam compartilhadas as fotografias. Mas assim o site perde a sua função, e se a perde, para que tê-lo?) de fotografias e se acaso desejo que alguém não veja (idéia repetitiva, ainda bem que nenhum corretor irá ler isso para dar uma nota. Afinal, qual será a nota do meu sentimento?) é porque está no lugar errado! (exclamei de fato, me sentiria ofendido se no dado momento terminasse com um ponto final, ou com uma vírgula, é uma anotação muito específica)
-comentários sobre o texto, sobre minha vida, sobre meus atos... dispenso.
romance Alemão (1945)
quinta-feira, 5 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
o transversal
retas paralelas que
nunca se tocam,
Sempre se tocam no
infinito.
pontas e pontes,
ligações independentes,
dependem,
independem:
nunca se tocam,
Sempre se tocam no
infinito.
pontas e pontes,
ligações independentes,
dependem,
independem:
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