quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
14 nov
"A possibilidade seria minha salvação,mas ela se realiza em catástrofe"
novembro 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
boa noite
Às vezes temo uma detenção (estou pela contra-mão). Não ria. Você bem sabe que o que me incomoda não é a detenção. A detenção é o mínimo que pode ocorrer a quem anda em contra-mão. Estou à beira da colisão frontal: iminente. Gosto tanto desse frio na barriga, mas às vezes ele esfria tanto que eu corro para a pista ao lado, me acomodo em minha mão, e vou indo... até que esquenta o suficiente para que eu busque um posto policial para fazer qualquer irregularidade afim de mudança, afim de uma dose extra de ar. Dose? Extra? De ar? Boa noite.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
o Dragão e o paraíso
domingo, 9 de setembro de 2012
Morangos Mofados
domingo, 5 de agosto de 2012
mar aberto
sempre que há tempo e oportunidade você começa a rondar por minhas palavras fracas, poucas. fui construindo conceitos, o que não é necessário, mas os criei como se cria filhos. mas fui um monstro, eu não agregava os filhos: os substituía, era impossível conciliar João com Maria, dolorosamente tinha sempre que escolher um em detrimento do outro. Hoje o sorriso me disse que acreditava piamente em você, eu apenas duvidava de sua existência, tenho argumentos convincentes, até ganho debates, mas não convenço ninguém, nem a mim mesmo.
chego ao pensamento onde quem é indiferente não o sabe, nem o pensa, nem ninguém sabe, nem pode saber. quando alguém souber perde o encanto, o significado, a significância.
no fim do dia, após dormir enquanto o sol estava no ponto mais alto que poderia alcançar (de acordo a algum referencial que ignoro), descubro que esse foi tema de reflexão em uma sala de aula. o sono e a dor de cabeça me impediram de sentir um arrepio de momento, mas rasgaram minha boca em sorriso.
ai indiferença, se tu existir de verdade me mande uma carta e um beijo: de despedida.
domingo, 29 de julho de 2012
olhos grandes e gordos
_as pessoas podem se habituar ao horror da vida real – ou não.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Não posso soltar. Sabe, às vezes as pessoas vivem em outra realidade,
às vezes as pessoas estão em outra sintonia,
daí chega alguém que é de terra, principalmente signos de terra, e insistem em contar da realidade comum, do que estamos acostumados, e contam,
e exigem compreensão
e insistem.
Eu sou de ar, sabe. Tem coisas que a gente não tolera, não suporta, a gente surta.
Sim, passamos de lunáticos a surtados.
Culpa da terra, e fogo.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Vai ver foi isso
Apenas o Fim
segunda-feira, 18 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Miudeza
A queda
Tudo descomeçou com um buraco que não deixou de ser um buraco por mais que o céu tivesse surgido sob seus pés. Clamei por ele, que ele não tivesse que perder o azul dos olhos, e logo seus olhos se enegreceram.
domingo, 27 de maio de 2012
deixa, amor.
domingo, 20 de maio de 2012
setenta e nove anos
quinta-feira, 19 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
olhos, mundos infinitos, buracos negros
quarta-feira, 11 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
nascendo para
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
29/02
domingo, 29 de janeiro de 2012
Hey,
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
cartão de natal
O tempo passa, o tempo corre, é tempo de natal e só consigo ouvir nosso muxixo-conjunto “pff” “tsc”. É tempo de natal, então vamos aproveitar para dizer que o tempo passa, que o tempo nunca foi de esperar. Dizer que a melhor coisa que existe no tempo é a sua passagem, a maneira como ele nos faz querer viver, querer progredir, querer alterar as coisas, resolvê-las. A gente, que tantas vezes pede para o tempo parar, para o tempo correr, para o tempo se alterar... Uma hora acabamos frente-a-frente com o tempo, e eis que ele diz “sou o Tempo” e percebemos que isso é tudo, que ele deve continuar assim, o puro, o imutável. Por muito tempo nos recusamos a segui-lo, obedecê-lo, certamente por medo do comum, do cotidiano, visto que tudo que é comum, cotidiano, está exposto ao risco de parecer indolência, de parecer impensado.
Esse mesmo tempo que passa, no relógio, te mostra uma coisa muito curiosa: ele se repete. Logo, o que parece irremediável, imutável, o que parece não ter conserto, estar fadado ao erro, na verdade não está, e ali os ponteiros dão uma volta e todos se alinham novamente para um novo começo. É com um imenso sorriso que digo: todos os erros podem ser apagados, todas as mágoas desfeitas, todo o amor recriado, agregado, elevado. Não que sejam tempos de sol, de natal, de ano novo. Nesse tempo (infinito) que se renova ando vendo um mundo grande, imenso, tem sido difícil lidar com o tamanho do mundo. Um mundo de possibilidades, de mudanças, de renovação no sentido mais visceral que você puder imaginar. Dá pra sentir que as coisas podem mudar, melhorar, florescer. Quanta palavra boba, até parece que somos plantas que florescem.
Antes de qualquer coisa o tempo é seco, impalpável, antes de qualquer coisa o tempo é grosseiro, intolerante. É preciso saber lidar com o tempo, saber usá-lo. É preciso saber lidar com o tempo e com si mesmo, a sinergia é grande.
Sem data, sem assinatura.