domingo, 26 de setembro de 2010

Boa! os pelos,
cairam.
Não se encontram
no chão. porquenãoohámais.

Mais uma vez nú,
sem palavras,
sem roupas,
sem pelos,
sem olhos para enxergar.

Tanto tempo,
os pelos voltando
em procissão.
Vem com rezas, novenas, promessas.
As mãos unidas,
as únicas que restaram (em simetria).
Os olhos dizem reza, mas dentro a cabeça:
vazia.

(vazia
como todo o corpo)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sim, e o tempo vai passando, como sempre, como tantos textos e trechos, mas uma coisa ficou.







-até quando?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010