quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

em meio a tantos cartõeszinhos faltou o seu. Como não poderia entregar pessoalmente, na mesma data que entregarei os outros, resolvi fazer por internet mesmo. Agradecendo o apoio de tanta gente, como não agradecer a você?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

o plural tornou-se singular, sem desrespeitar gramática e gramáticos.
os peitos que batiam em ritmos parecidos se igualaram em uma momentânea disritimia que gerou sincronia.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

paraomeubem

sinceramente eu queria poder verbalizar tudo, transpassar para ti cada pensamento, mas eu não consigo, e nem sei se existem verbos e adjetivos o suficiente, bendita limitação humana. eu queria que pudesse ouvir meu peito toda vez que ouço sua voz, toda vez que me concentro nela, toda vez que me perco em simples palavras diante de sua imagem se formando em minha mente: não apenas lembranças, novos momentos se formando em cor, cheiro e toque. O que sinto por ti, meu barbudo, está dentro de mim, se expandindo em sensações nada tradicionais, deixando qualquer explicação pobre, sempre faltando algo, faltando o aperto do peito que sinto de felicidade, faltando o frio do estômago, faltando...
sinceramente achei, a priori, que meu gostar-de-você fosse coisa passageira, paixão, tensão, correria. Mas é calmaria, é felicidade simples, é leveza, é também peito disparado, respiração ofegante, frio na barriga e arrepio. Apesar de não ser um comentário novo, repito: a cada dia, a cada riso teu, a cada palavra de carinho, a cada... meu peito expande para caber mais e mais você.
sinceramente, eu não sei, eu não sei muita coisa, muita coisa mesmo. Sei pouco, bem pouquinho, e sei que você me faz um bem tão grande, mas tão grande que não se mensura, não sabia que existia um bem assim... meu bem.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Eu sou dois.

E agora, o céu, meu bem, o Sol, a lua, as estrelas e as constelações. Agora, meu bem, o dia nasce para comemorar nosso riso, porque até o sol avermelha-se de inveja frente ao brilho de meus olhos, e se esconde de tão rubro, enraivecido. E quando a lua vem consolá-lo, ele já se foi, meu bem, ele já se escondeu, e volta depois de algum tempo, quando a lua ja cansou de procurar. E assim continuam brincando, seriamente brincando, meu bem, e admirando o riso que entornaste em mim.
Agora é cedo, para tanto tempo ainda que nos resta. Agora é tarde, para o tempo que já estamos longe, léguas. Agora é dia, é noite, é riso suave, peito arritimado, é hipóxia, anóxia, é suor, frescor e saudade. É saudade, mesmo quando estou contigo, pois qualquer milímetro são como mares intransponíveis, posto que qualquer distância é dor.
Sim, meu mais doce pôr-do-sol, eu, agora, não apenas um. Agora, não apenas mais um, outro, qualquer, sou dois. Sou dois porque agora tenho par.