quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

assim, não sei quem lê isso, se é que alguém lê. se lê, deve enlouquecer por falta de maiores consequências, ou entender: tudo errado. a gente pensa que não tem nenhum sinal, quando de repente surgem todos de uma só vez, porque?
-tudo bem, não estava me importando com as coisas pequenas, as coisas que prego serem de fundamental importância, as coisas mais importantes.


talvez e indiferença exista.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

eu amo meu bom humor.

(nada como dormir e uns beijinhos de amor.)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

(deveria ser) para esquentar

quanto mais escrevo, mais me sinto aberto, mais vulnerável, alvo fácil. e gosto de escrever, sem gostar de ser invadido, de me tornar mais vulnerável. me pergunto se sempre haverá duas idéias opostas me rodeando, como em harmonia, como uma música lenta que fala de dor, como quem quer que doa mais, que sangre.
diferente do que parece acontecer, meus olhos estão secando, secos. algumas vezes a maré sobe, até chegar na borda, samba para fazer espetáculo e some, como se fosse éter evaporando pra dentro de mim. continuo sangrando, cada vez mais, parece que não vou ter sangue suficiente, continuo sangrando, mesmo tendo dentro de mim pouco sangue, ele continua indo embora, e nem sei porque, não sei porque ele quer ficar longe de mim, sendo ele parte de mim, sendo que sou ele.
queria poder cantar pra ele, pra ele poder ficar comigo, mas continua saindo, indo.
quando você muda para poder ser visto começa a ter uma certeza na vida: jamais será visto.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008