terça-feira, 29 de julho de 2008

a demissão do Hassan que ganhava pouco

Quando descobri que era Hassan, abaixei a cabeça, jurei por mil vezes, abaixei a cabeça. Sempre me perguntei: porque abomino tanto o ato de abaixar a cabeça, e o faço (às vezes)?
-Não sei. (Talvez) De todas as perguntas que me faço, e que já me fiz, essa é a que me deixa mais aéreo, terreno, me deixa perdido em minha mente, em meus atos... completamente enigma.
Como de súbito, mudou. Deixei de ser um Hassan, sem perceber ao menos, deixei de ser o que não nasci para ser, o que nunca gostei de ser, não sei bem se estou melhor. Sei que Amir dispensou seu Hassan, e espero que não viva com dor no sentimento


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sábado, 26 de julho de 2008

sexta-feira, 25 de julho de 2008

culpado ou inocente?

meu professor de redação é mesmo uma graça. uma graça!
me faz cada pergunta que me deixa a questionar a mente. a mente. a mente. a mente. a mente. a mente.
chego a nenhuma conclusão. não sou apaixonado por nenhuma conclusão, muito menos desgosto. a indiferença é algo que nem sei fazer, nem sei se já entendi o que significa, nem sei...
o desconcerto está no concerto,
se tu se importa
em consertar (cada coisa),
tenho pena,
tenho dó,
tenho todas as coisas que não deveria ter.
Estás sendo grosseiro! Destruindo.
VERMELHOS.