domingo, 18 de novembro de 2007

é engraçado quando passamos a nos conhecer. Quem sempre fugia do dualismo admite sem medo e sem compromissos, sem quaisquer compromissos, a consequência de ser. E sendo, o que quer ser, as vezes o que não quer, mas sendo antes de tudo, antes de ser as vezes.
As vezes, as vezes... são vezes únicas de mudar o que se pode mudar depois. depois depois depois.
Depois é tão distante, mas tão distante que nunca chega. nunca nunca. as palavras nem sempre ficam. é bom se lembrar disso.




Quase tudo é relativo! Menos a velocidade da luz no vácuo

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