E ela observava a parede azul, e ela se coçava, e ela ria, e ela olhava para o lado, e fazia cara de vitima, ela fazia cara de sonsa, e fazia cara de grande dama. Ela olhava pro vaso de água, azul feito a parede, e ria... fazia do azul um riso. Espantosamente olhava para todas as direções que o pescoço permitia enquanto corpo inércia. Era um bicho assustado, inquieto, sorridente. Era demente, era ela, era eu.(sentiu sono, fez careta, esperou) E quando o vento soprava, ela admirada.
[toda vez que olhava para o canto, tinha mais uma adição]
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
mais uma adição
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