sábado, 9 de agosto de 2008

Ah Israel, ninguém sabe o quanto tuas palavras amaciam minha vida. as coisinhas que tu diz, a qualquer momento, aconchegam minha alma, e acolho... como filhos, sem precisar escolher entre uma e outra, acolho todas em meus braços compridos e magros. tens me ensinado a (con)viver (com) as coisas, antes mesmo de saber que se vive de tal forma, me apresenta soluções para situações até então ocultas. enquanto estou lá, aos seus pés, absorvendo as palavras, me misturo com o som, e vou flutuando pelo chão. boquiaberto é meu estado, cada vez que enfrento uma situação solucionada pelo teu semblante.