quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

o que restou do meu mundo; uma pergunta. Quando penso em escolher algo, já está escolhido, mundo pré-parado, um saco. Até as luzes irritam, coisa boa não há de ser. Nunca vi agonia com bons olhos, nem dor nos ossos, dá uma preguiça do tamanho de um elefante, daqueles de filme norteamericano, dá tanta coisa. Inclusive, no meio de tantas coisas, dá vontade de nada, deitar e ouvir alguma respiração, sem música, sem programas de televisão, sem filmes.