Saudade é bicho,
bicho do mato, que se esonconde
entre entranhas
e passeia livremente
(em dias de sol)
Saudade é parasita
sugando tudo que há de elaborado,
boca seca
(em dias de chuva)
Cria-se,
crio,
bicho-parasita
(dia-a-dia).
a) Que o esplendor da manhã não se abre com faca