sexta-feira, 25 de abril de 2008


tudo me parece clichê hoje;








puta que pariu, que ridículo!

domingo, 20 de abril de 2008

o professor ensinou que as pessoas usam máscaras lindas,
belas máscaras,
máscaras que só não são mais lindas do que os rostos que elas escondem.

sábado, 19 de abril de 2008


estava com (uma infinita) saudade da sensação de conhecer boas pessoas, sem esperar nada. nem delas, nem das horas, nem qualquer sorriso... era a saudade que nem percebia, esteve sempre aqui, sempre. a vontade de atirar, sem descanso, palavras e mais palavras, aleatoriamente, até cansar. e sem descanso, sem reclamações, o cansaço some a cada surpresa.
viver sem espera; uma reza, crença, fita, nenhum desejo e muito axé.

sábado, 5 de abril de 2008

pode-se ler calmamente, porque é dessa forma que escrevo. tenha uma agonia interna ao ler isso, eu convivo com essa sensação. passe as mãos nos cabelos, de um modo que dê para sentir uma certa dor, aproveite essa dor, estou aproveitando, sempre estou. segure o vento com força e não o deixe escapar, é assim que é.
-amanhã? _reler e rir.

pode-se ler calmamente, porque é dessa forma que escrevo. tenha uma agonia interna ao ler isso, eu convivo com essa sensação. passe as mãos nos cabelos, de um modo que dê para sentir uma certa dor