segunda-feira, 7 de maio de 2007

28-03-07

Passar por pessoas sem senti-las tornou-se rotineiro pra mim, mas hoje eu não senti corpos nem almas, eram incognitas pensantes que me atravessavam às seis da manhã, eu não arrisquei o velho sorriso sem graça, fingir simpatia, talvez dele partice um pranto interno que não cessaria tão cedo. Continuei andando com a música me mandando parar e chorar em qualquer ombro, e nesse momento percebi que não há ombros onde estou, estão todos longe demais, estou sentindo minhas mãos tremendo e um incomodo dolorido dentro de mim, A caneta me guia para me libertar de tal estado sem-ti-men-tal.
Vivendo fantasias e criando realidade, meu pulsar revela além de saúde e a minha respiração, ofegante, fazem com que todos entendam a ausencia do sorriso tão comum... músicas lentas me lembram bons momentos,
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