terça-feira, 15 de julho de 2008

Sentir o vento na cara,
gelado. Por vezes imoral.
Nem repara o sono, estampado!
Quebra em mil pedaços,
mil e treze!
Quebra, requebra, constrói.
Finge machucar na brincadeira,
pura besteira.
Faz cócegas quando sou vento
quando ele sou eu,
quando nada pode distinguir, eu... do vento.