quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

sugando um pouco para deixar algo sempre disponível.

Deixa-se de gostar do cheiro de qualquer vapor cinzento, não por causa do próprio vapor, mas por não haver o vapor, àquele vapor. O outro cheiro é ainda melhor, sede do cheiro a todo momento, não há o que fazer, quase sono, uma leitura, o sono bêbado (o mais sóbrio). Não há de saber de fato o que faz, se soubesse... meu Pai!
Não há quem deva saber, deixo os dentes à mostra, apenas por preguiça de esconder alegria, alegria é fogo (é foda, é fogo). E se o sol queimar, ou se não houver sol, o que há de acontecer com o sol?... falo como se me importasse com o sol, o sol é desculpa, desculpa grande e quente, como usar o muito para o aparentemente pouco... e muda o gostar, o cheiro preferido, mais que o cheiro. o local, apoiado, cheirando, sugando um pouco para deixar algo sempre disponível.

(17/02/2009)