quarta-feira, 8 de abril de 2009

20 de março de 2009

esquecendo o azul


Tem um poço azul por detrás das entrelinhas que não mais se vê, pulso pulsando em meios termos, limitados, ofegantes, tênue coração de ser, de estar, afogar-se no ar, no meio de todos sentir-se deslocado, fingindo colocamento para nada. Tem-se que amar o lago azul, apenas por ser lago...