quarta-feira, 8 de abril de 2009
23 de março de 2009
"tudo parece o que é" assim escreveu (e publicou) Paulo Henriques Britto, como se para existir precisasse parecer ou não o que é. Ou pior, como se algo pudesse ousar parecer com o que de fato há de ser. As coisas simplesmente, de maneira complexa, são o que deveriam ser, ou puramente enganam quem vê o que tem que ser visto por alguns olhos desatentos. O "parecer o que é" é dizer o já dito, é repetir a dor que já se acostumou a doer, que não dói mais: Tudo é aquilo que só não é o que parece ser.