quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A aminésia noturna, inacreditávelmente, insiste em me acordar pela manhã. Todos os sentimentos de uma noite se zeram, e eu me anulo. Se eu pudesse escolher entre ser ou não ser assim, não sei o que escolheria, ou sei e prefiro não profanar às traças (ou vírus, aqui), ou por não haver escolha prefiro nem imaginar que há, deixa por ser assim, infinito









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