Algumas vezes falta espaço para Sabadin se expressar. Ele procura um guardanapo em branco, mas estão todos gastos. Tinta, gordura, exitação. Não há muito espaço no seu relógio também, lhe restam os cantos quase-limpos para falar de suas invenções.
Sabe ele que não se inventa nada em vão. Não se abre a boca por acaso, seja por um bocejo, seja por um grito. Ele sabe que tomaria o suco da última fruta da Terra, ele tem muita sede.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
em cartaz
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