sexta-feira, 17 de abril de 2009
15 de abril de 2009
Na ordem dos acontecimentos cada fato-notícia é dependente de tudo e a partir de tal dependência depreendem-se comentários. Se isto acontecer, logo aquilo some de vista e o próximo fato nem comentado há de ser, se isto esquece de acontecer aquilo aparece como notícia única e brilha em cada dente que tintila comentários vis. Vivendo do "se" esquece-se de viver, pois o "se" vive por si só sem saber o que acontece, de fato, sem notícia.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
23 de março de 2009
A natureza traz seus benefícios, que a propósito não são muito finitos, porém a vida (civilizada) precisa, por ora, de contato com outra vida (civilizada). Tanta perseguição e enjaulamento são questionáveis, é difícil fugir das correntes, das adagas permanentemente a centímetros da jugular, sofreguidão vermelha. Não se vive na natureza selvagem plenamente feliz, por que o homem criou a felicidade com inúmeras dependências, arraigada nos lábios alheios, contudo tal felicidade ao ser comparada com a cidade há de ser céu e êxtase.
23 de março de 2009
"tudo parece o que é" assim escreveu (e publicou) Paulo Henriques Britto, como se para existir precisasse parecer ou não o que é. Ou pior, como se algo pudesse ousar parecer com o que de fato há de ser. As coisas simplesmente, de maneira complexa, são o que deveriam ser, ou puramente enganam quem vê o que tem que ser visto por alguns olhos desatentos. O "parecer o que é" é dizer o já dito, é repetir a dor que já se acostumou a doer, que não dói mais: Tudo é aquilo que só não é o que parece ser.
20 de março de 2009
esquecendo o azul
Tem um poço azul por detrás das entrelinhas que não mais se vê, pulso pulsando em meios termos, limitados, ofegantes, tênue coração de ser, de estar, afogar-se no ar, no meio de todos sentir-se deslocado, fingindo colocamento para nada. Tem-se que amar o lago azul, apenas por ser lago...
Tem um poço azul por detrás das entrelinhas que não mais se vê, pulso pulsando em meios termos, limitados, ofegantes, tênue coração de ser, de estar, afogar-se no ar, no meio de todos sentir-se deslocado, fingindo colocamento para nada. Tem-se que amar o lago azul, apenas por ser lago...
20 de março de 2009
FÉ NA RE INVENÇÃO
INTERVENÇÃO E...
(3.'S NO aR)
Peito que pulsa.a
dor que desatina, o silêncio
Gritaria. CORAGEM, LHOVARDE.
INTERVENÇÃO E...
(3.'S NO aR)
Peito que pulsa.a
dor que desatina, o silêncio
Gritaria. CORAGEM, LHOVARDE.
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